ESTAMOS EM BACABAL NO MARANHÃO

PRODUCÃO DO TIJOLO ECOLÓGICO ZAP 99 9 8416 7761

Como criar um edifício verde

Uma casa ecológica pode representar um enorme potencial para economia de energia e é fundamental para o desenvolvimento sustentável das cidades verdes. A automação de edifícios e o gerenciamento da iluminação como parte de um edifício verde reduzem o consumo de energia sem prejudicar o conforto dos moradores.

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Máquinas portátil para Telha Ecológica de Concreto



DADOS TÉCNICOS
DIMENSSÕES: 50X25 cm
ÁREA EFETIVA:40X20 cm
TELHAS /m2:12.5
PESO DAS TELHAS: 3.5 Kg
PESO POR m2: 43,75 Kg/m2
TELHAS POR METRO LINEAR-2.5 TELHAS
CONDUTIVIDADE TÉRMICA : 0.5 watt/mºC
RESISTÊNCIA A FLEXÃO: MAIS DE 60 Kg
RESISTÊNCIA A IMPACTO: ESFERA DE 250g A UMA ALTURA DE 300 mm
PRODUÇÃO HOMEM/ DIA 220 TELHAS x 1 HOMEM x 8 HORAS/DIA
CONSUMO APROXIMADO DE CIMENTO P/TELHA DE 0,600 a 0.800 Kg
CONSUMO APROXIMADO DE AREIA P/TELHA: 1.6 Kg
RENDIMENTO POR SACO DE CIMENTO (50 Kg): 80 TELHAS MÍNIMO, 85 TELHAS MÁXIMO
INCLINAÇÃO MÍNIMO 35%
  








José Roberto Bezerra Silva












A ecotecnologia é uma ciência aplicada, que integra os campos de estudo da ecologia e tecnologia. Destina-se a satisfazer as necessidades humanas, minimizando o impacto ambiental através do conhecimento das estruturas e processos dos ecossistemas e da sociedade. Consequentemente são consideradas ecotecnologias aquelas técnicas que minimizam os danos aos ecossistemas, promovendo o desenvolvimento integral e sustentável, com uma orientação de minimizar ou prevenir impactos.

As ecotecnologias implicam em ferramentas tecnológicas que oferecem vantagens ambientais sobre suas contrapartes tradicionais. Buscam reproduzir processos naturais que possam ser utilizados para a minimização dos impactos causados pelas atividades humanas. As Ecotecnologias também se caracterizam pela abordagem holística dada à solução dos problemas que ameaçam a sustentabilidade de um ecossistema e em termos gerais procura-se que sejam técnicas simples e baratas de forma que sua apicação se torne simples e duradoura.

SAIBA MAIS:

Empresa quer construir a maior obra do mundo feita com tijolos de lixo orgânico em Campo Grande

Já pensou em construir uma casa ecologicamente correta, com tijolos até 8 vezes mais resistentes que os convencionais? Isso já é possível na Capital com o uso dos chamados tijolos ecológicos. Apesar de serem 10% mais caros que os comuns, no custo final da obra, o consumidor pode economizar cerca de 40%, por que a tecnologia não demanda grandes investimentos em acabamento da construção.
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Casa Aqua: Projeto sustentável prevê conforto do morador

A certificação Aqua prevê um processo que requer o atendimento a 14 categorias de qualidade ambiental para uma construção. Os itens são baseados em critérios de desempenho e exigem também um sistema de gestão do empreendimento a fim de controlar o projeto em todas as fases

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Trabalhos com Tijolo Ecológico



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MAIS TRABALHOS





Tijolo da UNICEF Armazena Água e Alimentos e pode ser re-utilizado para Construir Abrigos



Um conceito interessante para ajudar a construir abrigos para refugiados ou desabrigados, a Psychic Factory ‘s desenvolveu para a UNICEF este recipientes em forma de tijolo para levar alimentos arroz, feijão, trigo ou milho e água para as áreas de catástrofes e, posteriormente, estes recipientes podem ser usados ​​também para construir abrigos temporários pois são encaixáveis como peças de Lego essas estruturas prometem ser tão resistente quanto barracas de campanha.

Os tijolos têm dois compartimentos – um que carrega os alimentos em forma de cereais e outro que armazena água. Uma vez que estes produtos forem consumidos, os tijolos são, então, preenchido com terra e areia para dar-lhes peso e empilhadas assim como peças de lego. Quando esta área se recupera, os tijolos podem ser reutilizados em outro lugar!

Este conceito não é novo, ele existe a mais há de 50 anos. Mas não deixa de ser uma novidade que leva em conta a reciclagem e reúso.

Esse Tijolo para armazenamento de água e alimentos podem ser re-utilizado para construir abrigos temporários ainda não tem data para começar a ser produzido, mas quem sabe as autoridades de alguns países não tomem a frente e levam essa ídeia a cabo.

Salvando vidas com Tijolos,

o João-de-barro um visionário?


A argila é um dos materiais naturais mais antigos da história da construção humana. Cerca de 3 bilhões de pessoas moram ou trabalham em casas de barro. E eis que, agora, em pleno século 21, a terra batida, atualmente chamada de “concreto verde”, vem sendo considerada uma alternativa barata e inteligente, não só nas comunidades de baixa renda e de áreas rurais, mas também para a construção de casas e até pequenos edifícios pelo mundo todo.

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Restos da extração de pedra preciosa viram tijolo ecológico no Piauí

Casas do norte do Piauí deverão ser construídas com material.
Preço dos tijolos de resto da exploração da opala chega à metade de outros.

Anay Cury Do G1, em Pedro II (PI) - a repórter viajou a convite do Sebrae
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Na falta de um destino mais lucrativo para as sobras da exploração das minas de opala em Pedro II, cidade ao norte do Piauí, o grupo de garimpeiros da região - segunda do mundo onde a pedra de alta qualidade, chamada extra, é encontrada - decidiu transformar o rejeito em material para a construção civil.

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Brasil tem déficit de 7,9 milhões de moradias


Do Portal Terra
Faltam 7,9 milhões de moradias em todo o País, o que corresponde a 14,9% do total de domicílios, de acordo com pesquisa do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), que compilou dados de 2002 a 2009 e foi divulgada nesta terça-feira (24). Desse total, 6,4 milhões deveriam ser criadas em áreas urbanas e 1,5 milhão nas áreas rurais. As principais regiões com déficit são o Sudeste, com falta de 2,9 milhões de domicílios e o Nordeste, com déficit de 2,7 milhões de moradias.
Para o Ipea, o déficit alto no número de moradias contrasta com o alto número de imóveis vazios e degradados no País.
De 2002 a 2009, os investimentos em habitação no Brasil passaram de R$ 7 bilhões para R$ 62 bilhões. Em 2002, os habitantes classificados na faixa de renda entre zero e três salários recebiam 32% dos investimentos. Em 2008 e 2009, essa faixa passa a ser contemplada com 64% do total investido no setor.

Ecovila traz conceito sustentável

Imagine morar em um lugar de bases sustentáveis. Assim planeja um grupo de 14 pessoas, de profissões diferentes, ao idealizar o Ecovila, no município de Aldeia/PE. O projeto é desenhado pelo arquiteto e professor da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Antenor Vieira, que teve a missão de adequar toda a construção aos moldes ecológicos.
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Empreendedoras sociais tocam fábrica de tijolos ecológicos




“Dizem que a mulher é o sexo frágil. Eu não concordo! Trabalho todos os dias com outras 14 mulheres em uma fábrica de tijolos na periferia de Uberlândia, em Minas Gerais. O serviço é pesado, sim, mas quem disse que a gente dá moleza? Não fazemos um produto qualquer. Fabricamos tijolos ecológicos, que não agridem o meio ambiente. Ou seja, não usamos lenha pra queimar o tijolo, que seca no tempo. A cada mil tijolos ecológicos produzidos, deixamos de derrubar sete árvores. Já pensou quantas árvores conservamos verdinhas e bonitas em um mês de trabalho?”, questiona Eliana Setti, idealizadora do projeto.

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Energia extraída do sol da caatinga


Um grupo de investidores quer construir na Paraíba, na área mais luminosa do Brasil, a primeira grande usina solar do país e da América do Sul



A tórrida cidade de Coremas, no sertão da Paraíba, poderá se tornar em 2012 um nome tão familiar aos brasileiros quanto Itaipu ou Angra – bem, talvez não tão famoso, mas certamente mais admirado pelos ambientalistas. O município de 15 mil habitantes, localizado num ponto especialmente quente do sertão nordestino, foi escolhido por investidores como local de construção da primeira grande usina solar do país. “Grande”, entenda-se, para os padrões ainda modestos do universo da energia solar: o projeto prevê capacidade inicial de 50 megawatts, suficiente para abastecer 90 mil residências.

O complexo nuclear de Angra tem capacidade quase 70 vezes maior. Mesmo assim, a obra em Coremas será um marco, por colocar (ainda timidamente) a energia solar no mapa da geração em grande escala no Brasil. A princípio, a usina poderá participar, até abril, dos leilões periódicos de energia que garantem o suprimento do país para o resto da década. As obras deverão começar no próximo ano e terminar até 2015.

Até hoje, o uso da luz solar para produzir eletricidade recebe mais elogios que investimentos. Trata-se de uma fonte inesgotável e limpa, que não emite resíduos, não exige desmatamento, alagamentos ou desvio de curso de rios, nem assusta com a possibilidade de vazamento de radiação. Com tantos predicados, ela nem aparece nos gráficos que mostram a contribuição de cada fonte de energia nos totais de geração global ou brasileira. A situação tende a mudar um pouco até 2020, quando a luz do sol deverá responder por 51 terawatts de capacidade geradora no mundo inteiro – um décimo da capacidade das usinas eólicas (que produzem energia a partir do vento) e 0,2% do total global, segundo previsões do Ministério de Minas e Energia. A energia solar passaria então a ser um risquinho visível nos gráficos. “A viabilidade econômica ainda é um problema, mas seria bom o Brasil contar mais com essa fonte. A tecnologia a ser usada funciona”, diz o físico José Goldemberg, ex-secretário nacional de Ciência e Tecnologia e especialista em energia.

A tecnologia prevista para Coremas é bem diferente dos tradicionais painéis fotovoltaicos, as chapas que transformam a luz solar em corrente elétrica e podem ser vistas em telhados, postes, pequenos dispositivos eletrônicos e também na Usina de Tauá, no Ceará – atualmente, a maior solar do Brasil, obra do empresário Eike Batista, com capacidade de 1 megawatt. Coremas se baseia em outro processo, de concentração de energia, também chamado heliotérmico: espelhos côncavos concentram os raios solares em um tubo, por onde passa um fluido especial, de tecnologia israelense. O fluido, aquecido a centenas de graus, corre pela tubulação até uma caldeira, transforma a água em vapor e o vapor move as turbinas. Há pelo menos dez usinas similares em construção ao redor do mundo. A maior obra já em andamento, três vezes maior que a brasileira, fica em Lebrija, na Espanha. O maior projeto em estudo, oito vezes maior que o de Coremas, prevê uma usina no Deserto da Califórnia, nos Estados Unidos.
A obra tem sentido do ponto de vista técnico, por produzir energia limpa numa área infértil, que dificilmente seria usada para outro fim econômico, e onde é relativamente fácil administrar o risco e o impacto ambiental – situação bem diferente do que ocorre com o aproveitamento de rios para geração hidrelétrica e com os projetos de geração nuclear. Os empresários responsáveis pelo projeto, todos do setor financeiro, trataram de aumentar seu apelo ambiental. Querem garantir a produção de energia à noite com a queima de restos de coco, o que pode diminuir o volume desse resíduo na região (a produção anual na região é de 300.000 toneladas). Além disso, os painéis concentradores de energia seriam colocados a 3 metros do chão, para formar uma estufa sombreada de 60 hectares. “Dá para plantar com alta produtividade ali, isso já foi comprovado nos Estados Unidos. Seria um benefício adicional para a região”, diz Sergio Reinas, um dos sócios da Rio Alto Energia, dona do projeto de Coremas.

As ideias são boas, mas ainda não garantem a viabilidade do projeto, com custo estimado em R$ 325 milhões (R$ 15 milhões já investidos pelos sócios) e à espera de financiamento. “A energia solar não vingou até hoje no Brasil porque custa muito e a hidrelétrica é barata, tem saído por R$ 80 por megawatt-hora”, diz o economista Alexandre Rands, professor da Universidade Federal de Pernambuco e especialista em economia do Nordeste. “Para ser lucrativa, uma empresa de energia solar precisaria oferecer energia a uns R$ 140 e manter baixos os custos de manutenção.” O megawatt-hora a partir da luz solar ainda custa pelo menos R$ 200, o dobro do preço cobrado pelas fontes eólicas, a grande estrela do momento na geração limpa. “Mashttp://www.blogger.com/img/blank.gif é importante lembrar que a energia eólica custava R$ 150 há dois anos. Quando o negócio começa a se tornar atraente, mais gente entra e o preço cai”, diz Álvaro Augusto Vidigal, outro sócio da Rio Alto. A população de Coremas já comemorou a venda de terrenos. Com um pouco de sorte, o resto do Brasil também poderá celebrar a novidade.

Leia mais sobre a tecnologia da concentração solar

Fonte Revista Época

Efeito colateral

Pesquisas revelam que fontes limpas de energia como a eólica e processos ditos sustentáveis, como a reciclagem de água, também podem prejudicar o ambiente e os humanos
André Julião



PERIGO
Alemães vizinhos de turbinas eólicas correm mais risco de sofrer ataques cardíacos

É inegável a importância das fontes renováveis de energia para a redução das emissões de gases do efeito estufa. Por essa contribuição no combate ao aquecimento global, outras tecnologias também ganham cada vez mais espaço, entre elas a reciclagem de água e a captura e estocagem de carbono no subsolo. O que pouca gente leva em conta é que as gerações de energia solar, hidrelétrica e eólica, além de outras soluções ditas sustentáveis, também provocam impacto no ambiente – e nas pessoas.

A energia solar, festejada por não emitir carbono na atmosfera, mostrou recentemente que tem um lado sombrio. Uma pesquisa da Universidade do Tennessee, nos EUA, concluiu que a fabricação de baterias para armazenar o que é captado pelos painéis fotovoltaicos tem potencial para emitir mais de 2,4 milhões de toneladas de chumbo. Isso só na China e na Índia, países cuja demanda por fontes renováveis só aumenta. A contaminação pelo metal provoca males à saúde como danos aos rins e aos sistemas cardiovascular, nervoso central e reprodutivo, além de problemas de aprendizagem em crianças.

“Compostos do chumbo são pesados e normalmente não flutuam pelo ar muito além do ponto de origem”, disse à ISTOÉ Chris Cherry, engenheiro ambiental responsável pela pesquisa. “Mas os trabalhadores e a população próxima às fábricas são particularmente vulneráveis às altas concentrações desse metal”, explica. Outras desvantagens podem ser vistas ainda na geração de energia eólica e hidrelétrica (leia quadro). Também a demanda cada vez maior, por água, está gerando um efeito colateral improvável. A reciclagem do recurso natural, que evita a retirada de rios e aquíferos, contribui para as mudanças climáticas.

Pesquisa da Universidade da Califórnia, também nos EUA, mostra que a purificação da água por um processo conhecido como nitrificação e desnitrificação emite altas quantidades de óxido nítrico, um dos gases responsáveis pelo efeito estufa. Isso acontece porque as bactérias usadas na remoção de impurezas inevitavelmente produzem esse elemento químico. “O processo, porém, evita o transporte de água por longas distâncias em caminhões, que gera monóxido de carbono e consome energia”, diz Amy Townsend-Small, principal autora do estudo.

Outro exemplo de que um equilíbrio é possível é o fato de a China ter fechado, recentemente, mais de 500 fábricas de baterias, por gerarem muitos poluentes. “O desafio é ter uma estrutura regulatória contínua e sustentável”, diz Cherry, da Universidade do Tennessee. “Países ocidentais já reduziram as emissões nesses processos em cerca de 1% a 5%. Há muito espaço para melhorar”, finaliza.


FONTE:REVISTA ISTOÉ

Concreto ecológico pode deixar obra mais barata

Material desenvolvido no Rio de Janeiro ajuda a reduzir emissão de gás carbônico.
Empresários ainda não se interessaram pela produção.

Um concreto feito com boa parte de material reciclável, que ajuda a diminuir os danos ao meio ambiente. A descoberta de pesquisadores do Rio de Janeiro também pode deixar a obra mais barata.http://www.blogger.com/img/blank.gif

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Ecoblogs

Restos da extração de pedra preciosa viram tijolo ecológico no Piauí

O tijolo ecológico, além de dar fim às toneladas de rejeitos de opala acumuladas ao longo dos anos em Pedro II - o que é chamado de passivo da mina -, permite a redução de custos das moradias, já que chega a custar menos da metade do preço de um produto de equivalente qualidade. “Enquanto um tijolo comum é vendido por R$ 280 (o milheiro), segundo o levantamento mais recente que fizemos, o ecológico sai por R$ 127”, disse Marcelo Moraes, consultor do projeto Gemas e Joias do Serviço de Brasileiro de Apoio as Micro e Pequenas Empresas (Sebrae).

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Estado do RJ decreta uso de tijolos ecológicos

Janeiro publicou (11, julho, 2011), a sanção do governador Sergio Cabral ao decreto da Assembléia Legislativa, criando o Programa de Uso do Tijolo Ecológico e oficializando a adoção do mesmo na elaboração de projetos habitacionais, em todo o território do estado.

A lei, de número 6006, sancionada em 08 de julho (2011), considera o tijolo tipo ecológico aquele que possui em seu processo de fabricação a mistura de pó-de-pedra, cimento e cal, e que, prensado a 12 mil quilos, necessita apenas de água para endurecer, dispensando a utilização de forno para aquecimento.

Dentre outras características, o tijolo do tipo ecológico é auto-encaixável, com dois furos no meio, o que suprime a necessidade de quebrar a parede para fazer instalação elétrica e hidráulica.

A lei ainda será regulamentada. Já é certo que o Poder Executivo desenvolverá campanha de incentivo ao uso de tijolos ecológicos e reaproveitamento de entulhos, oriundos de demolições e construções, no âmbito do Estado do Rio de Janeiro.

Saiba mais sobre tijolo ecológico

RS TEM PRIMEIRA CASA FEITA DE ENTULHOS NO BRASIL


Construída pelo Grupo Baram no estacionamento do parque industrial às margens da BR-116, no município de Sapucaia do Sul, na Região Metropolitana de Porto Alegre, a casa está exposta desde o início deste mês. Inovador projeto construtivo utiliza kit composto por máquina para reciclagem de entulhos e máquina para fabricação de tijolos, além de massa para assentamento de tijolos 100% ecológica.
A primeira casa do país feita com entulhos de obras está exposta no Rio Grande do Sul, às margens da BR-116, no parque industrial do Grupo Baram, situado no município de Sapucaia do Sul, região metropolitana de Porto Alegre. A tecnologia consiste em utilizar 28,15 toneladas de entulhos de demolição de obras para a construção de um imóvel com 52m², com dois dormitórios, cozinha, sala e banheiro. O imóvel tem área superior ao construído pelo projeto do governo federal “Minha Casa, Minha Vida”, que varia entre 42m² e 45m², e representa uma economia de 40% no preço final, custando cerca de R$ 45 mil.
A iniciativa faz parte de um projeto do Grupo Baram, através da pioneira empresa Verbam Máquinas, que oferece kit composto por duas máquinas: uma para reciclagem de entulhos e sobras de concreto e outra para a fabricação de tijolos e blocos. Com essa nova tecnologia, o Grupo, que já é líder nacional na fabricação de andaimes, inova mais uma vez ao apontar uma solução ecologicamente correta para as milhares de toneladas de entulhos que são produzidas todos os dias no país.
Com 23,05 toneladas de entulhos de demolição de obras é possível fabricar 8.640 tijolos, necessários para a construção da casa. Este tijolo produzido pelo Grupo Baram é duplamente ecológico porque não usa combustão em seu processo de fabricação e é feito exclusivamente de resíduos da construção e demolição (RCD). Dentre os benefícios que esse inovador projeto construtivo pode trazer para o meio ambiente está a diminuição de CO2 na atmosfera. Só para se ter uma ideia, se essa mesma casa fosse construída pelo método tradicional, hoje adotado pela indústria da construção civil, seriam usados, conforme dados do Ministério de Minas e Energia, 3.996kg de CO2 somente para a produção de tijolos vermelhos. Isso significa que seriam necessárias 21 árvores para consumir toda essa carga de CO2.
Além de ecologicamente correto, o tijolo feito exclusivamente com agregados, nome que se dá aos restos de obras depois que estes passam pela máquina de reciclagem de entulhos e sobras de concreto, é três vezes mais resistente do que o tijolo tradicional, apresentando 7,5 MPA, unidade usada para medir o grau de resistência.
Outra vantagem do projeto do Grupo Baram é o aproveitamento de entulhos de obras em todas as etapas da construção. Para fazer o radier, contrapiso, com 8m (largura) X 6,5m de comprimento, por exemplo, são necessárias 5,10 toneladas de agregados. Outro destaque dessa inovação construtiva é a massa para assentamento dos tijolos que está sendo usada, que é 100% ecológica, feita com resíduos minerais e que dispensa a utilização de areia e cimento, também produzida pela VerbamFix, uma das marcas do Grupo.
Atualmente, em capitais como São Paulo e Porto Alegre, são jogados no lixo http://www.blogger.com/img/blank.gifdiariamente 1,8 mil e 242 toneladas a cada hora de entulhos de obras respectivamente. Os dados foram apurados pelo Departamento de Saneamento e Meio Ambiente da Faculdade de Engenharia de São Paulo.
Com esses volumes, seria possível construir 334 casas por dia em São Paulo e 85 residências por dia em Porto Alegre.
FONTE
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